Selecção comentada de 2 repositórios de REA e planificação do seu uso em actividades de aprendizagem - duas aulas de Geografia, dois REA

MATERIAIS E RECURSOS PARA E-LEARNING


Tabulação interactiva do Google Earth Online em https://www.google.com/intl/pt-PT/earth


1. Esclarecendo o que são repositórios de recursos educacionais abertos  

A presente selecção de 2 repositórios digitais de materiais educativos foi pensada para o público jovem a frequentar o ensino presencial obrigatório, no caso alunos de Geografia. Consideramos o seu uso em sala de aula ou um posterior uso doméstico de revisitação das aprendizagens.

Para delimitar sumariamente o que é um REA, David Wiley [1] mentor das licenças Creative Commons propôs a política dos 5R:
Reter - o direito de fazer, possuir e controlar cópias do conteúdo (por exemplo, baixar, duplicar, armazenar e gerenciar). 
Reutilizar - o direito de usar o conteúdo de várias maneiras (por exemplo, em uma classe, em um grupo de estudo, em um site, em um vídeo). 
Reeditar - o direito de adaptar, ajustar, modificar ou alterar o próprio conteúdo (por exemplo, traduzir o conteúdo para outro idioma). 
Remisturar - o direito de combinar o conteúdo original ou revisado com outro material para criar algo novo (por exemplo, incorporar o conteúdo em um mashup). 
Redistribuir - o direito de compartilhar cópias do conteúdo original, suas revisões ou remixes com outras pessoas (por exemplo, dê uma cópia do conteúdo a um amigo).


2. O REA: Google Earth  

O Google Earth [GE] [2] é um software gratuito que usa imagens de satélite com elevada qualidade para grandes escalas. Os seus ficheiros chamam-se kml e transformam o Google Earth num imenso SIG [Sistema de Informação Geográfica] que ao qual podemos acrescentar conteúdo, usar ou reutilizar conteúdo – uma base de dados georreferenciados a um lugar geográfico. Na sua missão podemos ler:


O Chão do Parque do Zé Menos
é o grande disco da música
portuguesa de 2019.  


Imagem do Ípsilon. Público, 06/12/2019. https://www.publico.pt/culturaipsilon/musica

Apenas 3 (sugestivos) repositórios de Recursos Educacionais Abertos

MATERIAIS E RECURSOS PARA E-LEARNING




Entendemos como Recursos Educacionais Abertos (REA):  

Todo o material educacional de licença aberta, disponível gratuitamente para professores e alunos usarem, adaptarem, compartilharem e reutilizarem no estudo, no ensino ou em pesquisas – esta concepção segue o proposto pela OCDE [1].

A presente selecção de 3 repositórios digitais de materiais educativos foi orientada para o público jovem a frequentar o ensino presencial obrigatório ou público geral que procure uma primeira introdução às diversas temáticas.

Para delimitar sumariamente o que é um REA, David Wiley [2] mentor das licenças Creative Commons propôs a política do 5R:
Reter - o direito de fazer, possuir e controlar cópias do conteúdo (por exemplo, baixar, duplicar, armazenar e gerenciar). 
Reutilizar - o direito de usar o conteúdo de várias maneiras (por exemplo, em uma classe, em um grupo de estudo, em um site, em um vídeo). 
Reeditar - o direito de adaptar, ajustar, modificar ou alterar o próprio conteúdo (por exemplo, traduzir o conteúdo para outro idioma). 
Remisturar - o direito de combinar o conteúdo original ou revisado com outro material para criar algo novo (por exemplo, incorporar o conteúdo em um mashup). 
Redistribuir - o direito de compartilhar cópias do conteúdo original, suas revisões ou remixes com outras pessoas (por exemplo, dê uma cópia do conteúdo a um amigo).



REA O Lugar do Real  

Página inicial do website O Lugar do Real, 2019. http://lugardoreal.com/lugar-do-real

O Lugar do Real (http://lugardoreal.com/lugar-do-real) é dedicado ao cinema documental de cariz antropológico e educacional.

Na sua missão podemos ler:
 Lugar do Real é um sítio de visionamento do documentário, de filmes e vídeos escolares e da fotografia documental, disponibilizados para fins pedagógicos, de investigação e culturais. Esta plataforma está dividida em quatro secções independentes entre si - Lugar do Real, Escolas, Fotomemória e Lab. 
Todos os documentários, videogramas, trabalhos das escolas e fotografias exibidos no Lugar do Real são propriedade dos seus autores e só podem ser utilizados para visionamento pessoal para fins pedagógicos, de investigação e culturais [fins não comerciais]. Para qualquer outro fim, os seus autores ou detentores dos direitos devem ser contactados. 
Apreciação 5R:
Reter: livre com excepção de uso comercial.
Reutilizar: livre.
Revisar: livre com excepção de uso comercial.
Remisturar: livre mas relativo aos parâmetros de partilha pública do youtube.
Redistribuir: livre.




REA Khan Academy  


Página inicial do website Khan Academy, 2019. https://pt.khanacademy.org

A Khan Academy (https://pt.khanacademy.org) é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2008 por Salman Khan com o objetivo de criar um conjunto de ferramentas online para os seus alunos. A organização produz lições curtas na forma de vídeos. No website há exercícios práticos e materiais complementares para educadores. Todos os recursos estão disponíveis gratuitamente para os usuários do site.

Apreciação 5R: 
Reter: livre mas relativo aos parâmetros de partilha pública do youtube.
Reutilizar: livre.
Revisar: livre com excepção de uso comercial.
Remisturar: livre mas relativo aos parâmetros de partilha pública do youtube.
Redistribuir: livre.




REA TED Ideas Worth Spreading  


Página inicial do website TED Ideas Worth Spreading, 2019. https://www.ted.com

A plataforma TED Ideas Worth Spreading (https://www.ted.com) permite que os usuários gravem qualquer vídeo TED Talk, TED-Ed ou vídeo educacional e criem facilmente perguntas e discussões personalizadas em torno do vídeo. Os usuários podem distribuir essas lições, pública ou privadamente, e acompanhar seu impacto no mundo, em uma turma ou em um aluno individualmente.

Podemos ler no Nossa Missão:
[E]spalhar ideias: Incentivamos a comunidade TED, organizações sem fins lucrativos, blogueiros, mídia e afins a compartilharem as palestras do TED por meio das mídias sociais e incorporar palestras individuais de maneira contextualmente relevante em sites não comerciais, usando o código incorporado no TED.com. O uso não comercial de TED Talks deve seguir os termos de nossa licença específica da Creative Commons Attribution - NonCommercial - NonDerivative (BY-NC-ND). 

Apreciação 5R: 
Reter: livre mas relativo aos parâmetros de partilha pública do youtube.
Reutilizar: livre.
Revisar: livre com excepção de uso comercial.
Remisturar: livre mas relativo aos parâmetros de partilha pública do youtube.
Redistribuir: livre.


. . . . . . . .

Referências bibliográficas e anotações:

[1] Declaração REA de Paris em 2012. UNESCO. Consultado a 18-11-2019 em http://www.unesco.org/new/fileadmin/MULTIMEDIA/HQ/CI/WPFD2009/Portuguese_Declaration.html 

[2] Wiley, David (1998). "Conteúdo Aberto". OpenContent.org. Consultado a 18-11-2019 em https://www.opencontent.org/definition

Tecnologia pode tirar ciências humanas da Idade Média

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE EM REDE



Transcrição parcial da entrevista publicada na Folha de São Paulo - 09-11-2019 


"Quando Pierre Lévy, 63, começou a escrever sobre cibercultura, a internet toda era mato. O filósofo franco-canadense é um dos pioneiros a tratar da relação entre sociedade e computador, em particular num mundo conectado. Orgulha-se de escrever sobre o assunto desde o começo dos anos 1990.
Para ele, as ciências humanas precisam passar por uma revolução, como passaram as naturais, e a tecnologia é a chave para atingir um “patamar mínimo” no tratamento dessa área. “Nas humanidades ainda estamos na Idade Média”.

Pierre Lévy o pensador da Cibercultura está legendado no youtube

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE EM REDE

Playlist da participação de Pierre Lévy dos últimos 6 anos nos ciclos de conferências "Fronteiras do Pensamento". In https://www.youtube.com/playlist?list=PLC5KrnKxeYylDX2fZQbNisAA948sqBo6f


12 Videos, 12 Temas legendados  

Pierre Lévy tem participado desde 2013 nos eventos Fronteiras do Pensamento. Será tempo bem usado. Boas leituras.

O que é a cibercultura senão a (mais recente) fronteira da Noosfera

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE EM REDE





Será que a responsabilidade individual ou a grupal possibilitarão a filtragem preservadora daquilo que constitui o património cultural essencial da sociedade humana?
Antóno Teixeira, UC12019 UAB 2019.



A Cibercultura – conceito elaborado por Pierre Lévy:  

Cibercultura.[1]  Termo polivalente empregue na descrição do resultado da «interconexão mundial de computadores» (Lévy, 1999) que possibilitou a existência de uma grande rede de comunicação na qual cada nó é fonte de diversidade, abordagens e discussões - tudo numa permanente renovação e ampliação.



A responsabilidade individual na Era do conhecimento partilhado em rede:  

Desde os anos noventa, acompanhando o devir tecnológico, Pierre Lévy tem pensado o impacto da electrónica, informática e telecomunicações e sempre lhes vislumbrou um feliz futuro comum, capaz de «iluminar» e guiar a humanidade.

Este optimismo histórico pressupõe a decisiva tese de que a totalidade do conhecimento humano[2]  não só radica na soma dos contributos de cada individuo como  a irá exponenciar (no sentido de crescimento exponencial), atingindo níveis de complexidade e desempenho superiores.

No alvor do terceiro milénio, Pierre Lévy vislumbrou estarmos perante uma situação radicalmente distinta na história da humanidade pois, agora, o Conhecimento passou a funcionar em rede aberta - criando um ciberespaço onde as inteligências individuais não só são somadas e compartilhadas por toda a sociedade, como são multiplicadas, e multiplicam a si mesmas, a partir do surgimento de novas tecnologias de comunicação equiparadas à Internet.



A expansão da rede comunicacional, emanicipação do individuo:  

Para compreendermos o processo, Lévy propôs-nos uma cronologia compreensiva. A primeira grande revolução na história da comunicação foi a invenção da escrita, que levou a uma sociedade mais hierarquizada, dividida entre aqueles que sabem ler e escrever e aqueles que não sabem.

A segunda grande revolução, a invenção do alfabeto, dos algarismos arábicos com o número zero e a invenção do papel pelos chineses.

A terceira grande revolução, a invenção da imprensa e, na sequência, rádio e televisão e que automatizaram a transmissão da linguagem e de símbolos.

Actualmente, vivemos num novo sistema de comunicação onde toda informação é acessível e omnipresente: todos os indivíduos estão interconectados e máquinas/robots transformam automaticamente símbolos, fazem traduções ou cálculos estatísticos.

“Em vez de desenvolver máquinas inteligentes [i.e., máquinas com inteligência artificial], deveríamos usar os computadores para nos tornar mais inteligentes”.[3]

Nos últimos anos, Pierre Lévy tem trabalhado numa linguagem artificial que possibilitará aos humanos conversarem directamente com máquinas sem o intermédio da programação: a IEML (sigla em inglês para Metalinguagem da Economia da Informação)[4]  será semântica computável de significado unívoco (cada palavra significa uma coisa só, sem ambiguidade) para permitir computação e oferecer operabilidade semântica para dados, algoritmos, raciocínio automatizado... e que nos colocará na «derradeira fronteira» da Noosfera: a Cibercultura.



A quadrúpla forma de entender o conceito Cibercultura:  

Porque é um conceito polivalente, podemos encontrar pelo menos 4 formas de elaborar/usar o conceito cibercultura (Lévy, 1999): a utópica, informativa, antropológica e a epistemológica:

Quando trabalhado de forma utópica, o conceito refere-se aos novos média e como estas influenciam a sociedade, formando subculturas. Quando analisado sob o aspecto informativo, refere-se a um conjunto de práticas culturais, que permite novas formas de transmitir-se informação. Quando elaborado do ponto de vista antropológico, refere-se a um conjunto de práticas culturais e estilos de vida gerados pelas TIC (subculturas digitais). Epistemologicamente, o termo é usado para teorizar os novos média e as suas praxis sociológicas.

Para todos os efeitos, a cibercultura surgiu com a interconexão mundial de computadores que derivou numa grande rede de comunicação, na qual cada nó é fonte de heterogeneidade e diversidade, abordagens e discussões, ambos em permanente renovação e ampliação.



A emanicipadora Cibercultura:  

A rede de computadores é “universal e sem totalitarismo” porque permite a todos os que estiverem ligados, construir e partilhar inteligência colectiva, sem se submeterem a constrangimentos político-ideológicos. A Internet é, acima de tudo, um agente humanizador porque democratizadora da informação, e humanitário, porque permite a valorização das competências individuais e a defesa dos interesses das minorias.

O cidadão ligado à Web, diz-nos Pierre Lévy, terá condições para interferir directamente no controlo das decisões públicas sem mediadores, o que poderá ajudar a descentralizar, democratizar e optimizar os serviços públicos. E se a Internet possibilita contactos mais frequentes e produtivos, é porque aproxima os actores sociais antes mesmo dos acontecimentos colectivos acontecerem - e aqui reside o seu papel ou sentido humanizador…



Exemplos paradoxais de Cibercultura:

Após 2015 surgiram nas sociedades complexas e politicamente democráticas, comunidades digitalmente ativas e politicamente intervenientes tal como o antevisto por Lévy: sem hierarquias e descentralizadas, baseadas em contactos frequente P2P mas orientadas para a acção e, por vezes, mobilizadoras de flash mobs.
Os exemplos mais críticos surgiram em pelos menos 3 ambientes/ferramentas web:
• Tinder
• Twitter ou Facebook
• GAB[5]  
Ainda sem dados abundantes mas já será pertinente tecer uma leitura semiológica dos efeitos da tinderização dos relacionamentos interpessoais que já alteraram significativamente as estratégias de namoro, fidelidade e relacionamento.

Sociologicamente, o uso das redes Twitter, Facebbok e GAB perimitiram o surgimento do nada de comunidades e movimentos ligados à Alt Right numa dinâmica que já alterou a cena política norte americana, brasileira e parte da Europa

Para aflição nossa, as tomadas de posição de Pierre Lévy relativas a este pós-2015 não estão online.


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Referências bibliográficas e anotações:  

[1] Lévy, P.(1999). Cibercultura. São Paulo, Editora 34.


[2] Teilhard de Chardin entendia a Noosfera como  a integração de todo o pensamento humano em uma única rede inteligente que acrescentará mais uma camada em volta da Terra (o mundo das ideias, formado por produtos culturais, pelo espírito, linguagens, teorias e conhecimentos. Conceptualmente,  a noosfera seria a terceira etapa no desenvolvimento da Terra, depois da geosfera (matéria inanimada) e da biosfera (vida biológica). Cf. Chardin, T. (1960). The Divine Milieu, New York, Harper and Brothers.

[3]   Lévy, P. (2019, 9 Setembro). Tecnologia pode tirar ciências humanas da Idade Média. Folha de São Paulo. Consultado em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/09/tecnologia-pode-tirar-ciencias-humanas-da-idade-media-diz-pierre-levy.shtml 

[4] Para ilustrar o que será uma linguagem IEML temos o https://intlekt.io/?index que funciona como um dicionário.

[5] GAB: A social network that champions free speech, individual liberty and the free flow of information online. All are welcome.In https://gab.com. Em Outubro de 2018 foi noticiado: “A rede social Gab.com foi derrubada após a revelação de que Robert Bowers usou o site para ameaçar judeus. Bowers é o principal suspeito por matar 11 pessoas e deixar mais 6 feridas em uma sinagoga em Pittsburgh (EUA) durante a manhã de sábado (27)” – “Gab, a rede social da extrema-direita, foi derrubada da internet” in  https://www.tecmundo.com.br/seguranca/135671-gab-rede-social-extrema-direita-derrubada-da-internet.htm 

Os registos dos discentes do Mestrado em Pedagogia do Elearning 2019-2020

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referenciar na Norma APA Style

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Como fazer referências bibliográficas e citar textos
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1. Como identificar os livros, filmes, internet e mapas usados num trabalho escolar? - A bibliografia.
2. Como identificar os textos copiados dos livros consultados? - As citações.

A norma APA citation style é o padrão mais comum usado pela comunidade internacional das ciências e ciências sociais. Este breve guia usa os dados da 6ª edição do Manual of the American Psychological Association publicado em 2008.
As regras aqui usadas não seguem a Norma Portuguesa NP 405-1 (1994), a qual define as regras bibliográficas para Portugal (mas que tem custos elevados e acesso muito limitado…).



1. COMO ESCREVER A BIBLIOGRAFIA:

AUTOR – DATA - TÍTULO DO LIVRO - TÍTULO DO ARTIGO - TÍTULO DO JORNAL – VOLUME – PÁGINAS – LOCALIDADE – EDITORA - DIVERSOS.
Nota: devemos seguir esta ordem, contudo, consoante as pesquisas feitas, simplifica-se consoante os casos seguintes:


LIVROS CONSULTADOS:
Autor. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.


COELHO, J. P. (1969-1971). Dicionário de literatura: literatura portuguesa. Vol. 2. Porto: Figueirinhas.

local de trabalho para aulas e MPEL - a escola Cunha Rivara em Arraiolos

Imagem orientada a Sul - i.e., o topo da fotografia coincide com o rumo Sul Em primeiro plano o campo de futebol e a escola Cunha Rivara.  Na esquerda da foto, o castelo de Arraiolos alcandorado no topo da colina mais elevada de Arraiolos. A ladeira que dá para a nossa escola situa-se na vertente poente do castelo que sendo redondo é por isso, uma raridade. Planta topográfica oientada a Sul - i.e., o topo da imagem coincide com o rumo Sul. As linhas concêntricas são «curvas de nível» e indicam a altitude. A escola tem a cota 356 metros de altitude e o castelo os 386 metros - ou seja, 30 metros de «comando» em relação à «rechã» onde construiram as intalações escolares. Entardecer visto da Sala 9 em Outubro de 2013. Foi na minha primeira semana de aulas. Alunos do sétimo ano conversam após aula de Geografia. Um ano feliz. Memória do workshop dedicado à feitura de livros e promovido pelo projecto Vento Norte Cartonero